Jornalismo independente em pauta na UNIAESO


Jornalismo
maio. 28, 2021

Evento recebe a jornalista independente Joana Suarez para bate papo

Com a proposta de  incentivar o olhar dos alunos para pautas de impacto social e para o trabalho independente na profissão, o Centro Universitário AESO-Barros Melo – UNIAESO, convidou Joana Suarez, jornalista, para falar sobre como é atuar na profissão de forma autônoma, citar pautas de grande relevância social e também explanar sobre como e para quem propor esse tipo de trabalho. O evento intitulado “Reportagens de fôlego sobre temas de impacto social: como produzir de forma independente?” acontece no dia 1 de junho, às 9h30, através do Google Meet

O encontro marca o fechamento do semestre do curso de Jornalismo, levando uma profissional atuante na área para conversar com os estudantes. “Este é um importante momento de escuta, aprendizado e reflexão, pelos compromissos que o jornalista assume com a sociedade, e também de incentivo à percepção de oportunidades de atuação profissional”, detalha Carolina Cavalcanti, professora do curso de Jornalismo da UNIAESO e organizadora do evento.

Joana Suarez é repórter formada há 11 anos já teve passagem pelo jornal O Tempo (MG) e, desde 2018, trabalha de maneira independente, cobrindo pautas de saúde sobre bioética, direitos humanos, questões de gênero e meio ambiente. É idealizadora da Redação Virtual, grupo formado por 230 jornalistas de todas as regiões do país, que desejam atuar em projetos independentes e como freelancer. 

Cronograma
Data: 01/06/21
Horário: 09h30
Local: Google Meet


Mini-currículo da palestrante:
Vencedora do prêmio 2018 Global Health Reporting Contest, promovido pelo International Center For Journalists (ICFJ), Joana Suarez tem mais de 40 reportagens publicadas em veículos como Agência Pública, Folha de São Paulo, revista Piauí, Época, Repórter Brasil, AzMina, Projeto Colabora, The Independent, The Intercept Brasil, EL País, entre outros. Além disso, foi finalista do VI Premio Roche de Periodismo em Salud e do Prêmio Vladimir Herzog, em duas categorias em 2020, com a reportagem “Fome, seca e resistência na terra indígena Xakriabá” e com o podcast Cirandeiras (produzido e apresentado por Joana e Raquel Baster).

Repórter formada há 11 anos, ela já teve passagem pelo jornal O Tempo (MG) e, desde 2018, trabalha de maneira independente, cobrindo pautas de saúde sobre bioética, direitos humanos, questões de gênero e meio ambiente. É idealizadora da Redação Virtual, grupo formado por 230 jornalistas de todas as regiões do país, que desejam atuar em projetos independentes e como freelancer. E no fim de 2020, lançou com colegas a CAJUEIRA, curadoria de conteúdos produzidos pelo jornalismo independente dos estados do Nordeste.

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